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quarta-feira, 26 de abril de 2017

Fã: o que fazer para atenuar o vazio deixado pelo fim da viciante saga criada pela leonina J. K. Rowling (31/07)? (3)





Você já leu todos os 7 livros do universo Harry Potter, já viu os filmes, comprou pôsteres, mercadorias oficiais, conseguiu autógrafos da autora e do elenco, tem fantasias e varinhas, participa do site oficial de fãs/games de Harry Potter, o Pottermore, já visitou O Mundo Mágico de Harry Potter nos estúdios da Universal em Orlando e fez o The Harry Potter Studio Tour, leu os outros livros relacionados – Animais fantásticos e onde habitam, Quadribol através dos séculos, Os contos de Beedle, o Bardo, A criança amaldiçoada... e agora?




Que tal obrigar seu noivo a ler todos os livros da série, enquanto aproveita o tempo de noivado para cuidar de todos os mínimos detalhes da cerimônia de casamento? Foi o que fez Cindy. Enquanto Matthew se familiarizava com o universo Hogwarts, ela fabricava com as próprias mãos os convites inspirados no Mapa do Maroto...





... e varinhas distribuídas aos convidados...





... que tiveram que confirmar o comparecimento pelo RSVP baseado na carta de admissão ao colégio de magia...





... e comparecer à festa vestidos a caráter:








Cindy alugou um castelo com "atmosfera" Harry Potter e preparou as mesas da recepção de modo a lembrar o Salão Principal dos bruxinhos e a lojinha de doces Dedos de Mel (Honeydukes).







Pela cara de satisfação de Matthew, parece que embarcar na fantasia da amada não foi nenhum sacrifício para ele.





Ah, as crianças também se divertiram, embora um pouco menos que os adultos, pelo jeito...


terça-feira, 25 de abril de 2017

Vem aí!




Está preparado?


Dia 01/05, às 20hs, no Blog dos Taurinos. Todo mundo pode participar, de qualquer signo! O vencedor leva o prêmio!


Conheça os vencedores dos nossos desafios anteriores.

Primeiro Desafio do Blog dos Aquarianos

Primeiro Desafio dos Blog dos Piscianos

quarta-feira, 19 de abril de 2017

Nossa lojinha www.arte3f.com.br que colocamos no ar para ajudar a manter os blogs está com promoção:



sexta-feira, 14 de abril de 2017

Nesta Sexta-Feira Santa...




... os nossos blogs trazem um especial sobre a ópera-rock Jesus Cristo Superstar, destacando em cada um dos signos um aspecto diferente da obra, seja o álbum duplo que deu origem a tudo, as montagens teatrais que até hoje são realizadas, ou, principalmente, o filme. Então, vale a pena percorrer todos, pois, para aqueles que já conhecem o musical, a lembrança será oportuna e apreciada; para os que ainda não o conhecem, nossos blogs têm muito orgulho de lhes apresentar esse grande momento da música!

  
Andrew Lloyd Webber (à esquerda) e Tim Rice.


Concebido nos anos 70, o álbum conceitual da dupla Andrew Lloyd Webber e Tim Rice parecia já imbuído de sua importância e atemporalidade. Sim, pois diferente de outros frutos nascidos sob a influência do flower-power, da contracultura e do movimento hippie, como o musical Hair, por exemplo, JCS não ficou datado. Escutamos ou assistimos à obra hoje sentindo o mesmo impacto e admiração que ela causou quando foi lançada. A música de Andrew Lloyd Webber é excepcional e as letras de Tim Rice continuam ferinas, precisas e surpreendentes, com tamanho poder de síntese da verdadeira essência dos Evangelhos, que nem mesmo os mais conservadores conseguem rejeitar o musical como sacrílego, não importando a irreverência e as liberdades tomadas, pois a figura de Cristo acaba sendo mostrada em sua serena grandeza e autoridade com muito mais força do que em encenações mais convencionais e certinhas. No filme, isso é ainda mais acentuado pela comovente interpretação de Ted Neeley.




O libreto, permeado de anacronismos intencionais, gírias e comportamentos e ótica contemporâneos, centra-se nos últimos sete dias da vida de Jesus, começando com os preparativos para sua entrada triunfal em Jerusalém, no Domingo de Ramos, e termina com a crucificação, tudo isso contado do ponto de vista de Judas Iscariotes, retratado como uma figura trágica, insatisfeito com o fato de Jesus não aproveitar sua popularidade para encabeçar uma rebelião contra os romanos.




Tanto no álbum como no filme, Carl Anderson brilha como Judas, que é o fio condutor e, em última análise, o verdadeiro protagonista. Então, é de se ressaltar a importância do fato de o papel ter sido dado a um ator negro. Fosse hoje em dia, onde a preocupação com o politicamente correto leva, às vezes, ao efeito contrário do desejado, o papel de Judas, o traidor, jamais seria oferecido a um ator/cantor negro, por medo de que a opinião pública achasse que seria racismo. Naquela época, quando a geração hippie genuinamente vivia a igualdade entre todos, a parte de Judas foi oferecida a Carl Anderson sem segundas considerações simplesmente porque ele era um soberbo tenor e um intérprete cheio de nuances e da intensidade que o papel pedia. Certamente não fariam isso nos dias de hoje, e seríamos privados de sua atuação. Esse rolo compressor do “politicamente correto” cerceia muitos atores negros atualmente, já que quase nunca são chamados para papéis de vilões, perdendo grandes oportunidades. Só nomes muito consagrados como Morgan Freeman e Samuel L. Jackson, por exemplo, fogem a essa regra não escrita, mas amplamente praticada. Tanto é, que em filmes e seriados de suspense, o culpado praticamente nunca será o suspeito negro e, como o público já sabe disso, o número de suspeitos para ele é reduzido logo de cara e o mistério também. E isso resulta em racismo, da mesma forma, pois atores negros são chamados sempre para papéis muito dignos de médicos ou juízes, mas que na trama não têm a menor importância. Isso sim é racismo! Então, que bom que Jesus Cristo Superstar é de 1970 e nós hoje podemos nos deleitar com o show de Carl Anderson interpretando o maior vilão de todos os tempos.


***


O leonino Ian Gillan (19/08) na gravação original de Jesus Cristo Superstar:





A legião de devotos de Ian Gillan, que comandou os vocais na melhor fase do Deep Purple, no início dos anos 70...





... não tem dúvidas de que sua versão para o papel de Jesus na gravação do álbum original é melhor do que a de Ted Neeley. Será? Do ponto de vista técnico, a questão é indisputável: Gillan, que não por acaso recebeu a alcunha de Silver Voice, é mesmo imbatível, no controle total de cada nota e nos agudos altíssimos, sua marca registrada, que ele incluiu na canção do Getsêmani e aos quais condenou todo e qualquer cidadão que venha a interpretar o mesmo papel depois dele.





Mas, no quesito emoção deixa a desejar, sendo superado muito facilmente por Ted Neeley. Ian Gillan é frio e distante do personagem, concentrado apenas nos malabarismos vocais dos quais dá conta com os pés nas costas, ao passo que Neeley, embora não faça feio na parte técnica, mergulha de cabeça no papel, interpretando com a voz, deixando transparecer cada entretom de dúvida, angústia, cansaço, dor, resignação; mesmo se ouvirmos apenas o áudio de sua interpretação, ainda assim ou talvez até mais, podemos perceber toda a carga de emoção que ele coloca nas suas partes em JCS. Compare você mesmo:

"Gethsemane" técnico com Ian Gillan





"Gethsemane" emocionante com Ted Neeley




Ian Gillan também atuou na montagem inglesa de Jesus Cristo Superstar:





Ouça o álbum:





Principais cantores do álbum original de Jesus Cristo Superstar:

Ian Gillan – Jesus Cristo
Murray Head – Judas Iscariotes
Yvonne Elliman – Maria Madalena
Victor Brox – Caifás
Barry Dennen – Pôncio Pilatos
Brian Keith – Anás
John Gustafson – Simão Zelote
Paul Davis – Pedro
Mike d'Abo – Herodes

Curiosidade: os principais músicos que participaram da gravação do álbum faziam parte da banda de apoio de Joe Cocker (The Grease Band): os guitarristas Neil Hubbard e Henry McCullough, o baixista Alan Spenner e o baterista Bruce Rowland. Já o saxofonista Chris Mercer era proveniente da banda de blues rock Juicy Lucy, que fundara com o prodígio da steel guitar, Glenn Ross Campbell, na qual  Neil Hubbard também chegou a tocar. 

Assista ao filme completo legendado:





Veja também:






Saiba mais sobre a Andrew Lloyd Webber (Blog dos Arietinos), o compositor da ópera-rock

Saiba mais sobre Josh Mostel e Ernie Cefalu (Blog dos Sagitarianos), respectivamente, o intérprete de Herodes e o designer da clássica capa do álbum

quinta-feira, 13 de abril de 2017

Voltamos! Nossa lojinha ficou alguns dias fora do ar para cadastrarmos produtos, mas estamos de volta com novidades! Conheçam os nossos Fandom Blocks, quadrinhos coloridos de sua série ou filme preferido! Arte original, assinada! Exclusivos e colecionáveis, para você enfeitar a sua parede! Vem aí uma enxurrada deles!



terça-feira, 11 de abril de 2017

Entre as princesas Disney, quem é a leonina?





Merida, a impetuosa princesa das Highlands escocesas, determinada a assumir o controle de seu próprio destino.





Embora careça do extremo cuidado com a aparência, uma das principais características do signo que representa (culpa do ascendente ou do decanato, explicariam os astrólogos, embaraçados)...





... uma vez que Merida é uma moleca que foge do espelho, preferindo muito mais o seu arco e flechas, todos os outros traços de personalidade normalmente atribuídos aos leoninos abundam nessa exuberante princesa.





E talvez seja por ela se preocupar mais com suas qualidades interiores do que com o seu exterior que seus criadores lhe tenham inventado um nome baseado em  "mairead", que no idioma céltico dos ancestrais da personagem quer dizer "pérola". E é assim mesmo que ela é: "casca-grossa" por fora, como uma ostra, escondendo em seu interior a beleza e preciosidade de uma joia de incalculável valor.





Essa ruivinha corajosa, decidida e independente até as raízes de seus revoltos cachinhos que formam – bem a calhar – uma portentosa juba, nasceu para ser líder: não tem dúvidas sobre o que fazer, confia em suas habilidades e tem total segurança quanto às suas capacidades.







Resumindo, "ela é mais ela" e não precisa de ninguém para se destacar ou ocupar o seu lugar no mundo: faz isso por seus próprios méritos. Não teme obstáculos e emprega toda sua ambição, energia, bravura e talentos para conquistar seu objetivo.





É por tudo isso que Merida decide desafiar a antiga tradição de seu reino e se recusa a escolher entre os primogênitos dos outros três clãs, inscrevendo-se no torneio para conquistar sua liberdade e não ter que dar sua mão em casamento a nenhum daqueles rapazes que, cá pra nós, não chegam aos seus pés.






Ela vai lá, prova o seu ponto de vista, mas não tem ideia do preço que sua altivez (outro traço autenticamente leonino) pode custar: o caos em seu reino e a severa reprovação de sua mãe, levando-as a uma dolorosa discussão e completo desentendimento.







Como todo conto de fadas tem que ter um fundo moral, uma lição de vida é ensinada a Merida por uma bruxa (!?): às vezes, é preciso ceder visando um bem maior. Mas é ensinada de uma forma, digamos, um tanto tortuosa.





Descobrindo a duras penas que a história que sua mãe lhe contara para convencê-la sobre seu dever era verdadeira e não mera lenda...











... a princesa emprega outra característica bem leonina – a generosidade – para salvar seu reino e desfazer o feitiço que transformou sua mãe em urso. De forma altruísta, está disposta a voltar atrás e declarar que irá escolher entre os três pretendentes, em nome da paz, quando sua própria mãe a dissuade, convencida agora de que a filha era quem tinha razão. Dessa forma, o laço de afeto que fora rompido se recompõe e o feitiço é desfeito.





Quer saber? Para nós, a verdadeira moral da história não tem nada a ver com a lição da bruxa. O que constatamos com Merida e sua mãe é o que todo leonino já sabe: por sua notável sensatez e percepção do mundo, ele quase sempre tem razão, mesmo que às vezes, devido às circunstâncias, pareça que não tem! Morram de inveja, demais signos, os leoninos são o máximo!





Confira as Princesas Disney dos outros signos:

Librianos

Aquarianos

Geminianos

Escorpianos

Virginianos

Taurinos

Piscianos

Cancerianos

Sagitarianos

Capricornianos

Arietinos



A bela arte da neozelandesa Kristina Webb

quarta-feira, 5 de abril de 2017

O dia hoje é de Butcher Billy!




Quem acompanha nossos blogs já percebeu que a tônica em todos eles é a cultura pop. Sendo justamente essa a força motriz do trabalho do artista brasileiro Bily Mariano da Luz (elevada à enésima potência), dedicaremos a ele as postagens de hoje.





Isso mesmo: postagens com diferentes obras dele em todos os blogs a fim de termos espaço minimamente suficiente para uma amostra de sua torrencial produção! Os retratados encontram-se organizados por seus respectivos signos. Então, para você curtir todos os exemplos que selecionamos da arte feroz de Butcher Billy que ganhou o mundo, é só clicar nos links dos demais blogs ao final do post.




O trabalho desse curitibano, inspirado por uma variedade de fontes da cultura pop como música, quadrinhos, games, cinema etc., é a um só tempo criativo, impactante e nostálgico... Nos seus mashups (fusão de universos distintos), ele não se preocupa nem um pouco em ser politicamente correto nem em seguir regras. Sua arte única é um caos genial e cheio de atitude!






Curiosidade 1: em 2016, Butcher Billy publicou nas redes sociais o acordo de confidencialidade que assinou para participar da produção da quarta temporada de Black Mirror, série original da Netflix. As artes para as capas dos episódios das temporadas anteriores da ficção científica...





... chamaram a atenção até do próprio roteirista do seriado, o inglês Charlie Brooker, que contatou o ilustrador diretamente pelo Twitter.




Curiosidade 2: para quem ficou se perguntando, Butcher Billy é pisciano (19/03).




Confira agora algumas de suas obras. Divirta-se!



Slash (23/07)




Arnold Schwarzenegger (30/07)




Pete Burns (05/08)




Layne Staley (22/08) como Blanka na série "Grunge Street Fighters"



Veja outros trabalhos de Butcher Billy:










Sagitarianos

Arietinos